CLIc: uma janela aberta às mentalidades coletivas

A literary think tank

O Clube de leituras não obrigatórias

Fundado em 28 de Setembro de 1998

28 de novembro de 2012

As Nuvens: Juan José Saer


Dizem que o mundo é dos loucos,
aceito, sem contestar.
Nas nuvens, não sentirão
a realidade pesar.

O gélido céu,
com estrelas coaguladas
envolvia todos.

(Elenir)

O céu do Rio às 2:40 da tarde... (Beatriz)

*AS NUVENS* 
* * 
* * 
Oh nuvens de desesperança 
que me mentem o alívio da chuva 
só queria aplacar-me 
e à minha quente e ressequida loucura 
minha lógica igual à tua 
que desconhece a razão dos códigos. 

Não me compreendes? 

Não te compreendo e portanto 
sigo sendo, mentindo, fingindo, fugindo 
ou o gerúndio que designes 
para dizer que estou fora e 
não pertenço ao mundo da tua segurança 
‘inexplico-me’, confundo-te, confronto-me 
com o que mais temes, 
aquilo que não conheces 
e no entanto iludo-te. 

Rita Magnago 

*Última atualização do blog: 17/11/2012 
Confira aqui

* * * 

Penso assim "não sou tão louca"
nem tão louca sou assim
por que, então, poesia pouca
e tanta loucura em mim? 

(I, 19/11/2012)





 Josesito y Inacito








“O que percebemos como verdadeiro do passado não é a história, mas nosso próprio presente, que se projeta e olha para si mesmo no exterior”.

Tormenta de Santa Rosa - 30 de Agosto

“Si bien popularmente se  espera que la tormenta de Santa Rosa sea más fuerte que cualquier  otra, esto no tiene por qué ser así.  Durante los 105 años de  registros (1905-2010), en 56 oportunidades (poco más del 50%) se  produjeron tormentas en los días próximos al santoral de Santa Rosa  de Lima. Además existe un aumento de la frecuencia de tormentas para  estas fechas a partir de la década del 90: sólo en 1995, 2005, 2006  y 2007 no se observó este fenómeno durante esos días”.






A americanidade é uma loucura?







 
"Vale a pena sublinhar que os doentes mentais, quando munidos de algum estudo, têm quase sempre a tendência irresistível de expressar-se por escrito, tentando disciplinar suas divagações no molde de um tratado filosófico ou de uma composição literária." (p. 95)

Flor do Pessegueiro

 Juan José Saer nació en Serodino (Provincia de Santa Fe) el 28 de junio de 1937. Fue profesor de la Universidad Nacional del Litoral, donde enseñó Historia del Cine y Crítica y Estética Cinematográfica. En 1968 se radicó en París. Su vasta obra narrativa, considerada una de las máximas expresiones de la literatura argentina contemporánea, abarca cuatro libros de cuentos –En la zona (1960), Palo y hueso (1965), Unidad de lugar (1967), La mayor (1976)– y diez novelas: Responso (1964), La vuelta completa (1966), Cicatrices (1969), El limonero real (1974), Nadie nada nunca (1980), El entenado (1983), Glosa (1985), La ocasión (1986, Premio Nadal), Lo imborrable (1992) y La pesquisa (1994). En 1983 publicó Narraciones, antología en dos volúmenes de sus relatos. En 1986 apareció Juan José Saer por Juan José Saer, selección de textos seguida de un estudio de María Teresa Gramuglio, y en 1988, Para una literatura sin atributos, conjunto de artículos y conferencias publicada en Francia. En 1991 publicó el ensayo El río sin orillas, con gran repercusión en la crítica, y en 1997, El concepto de ficción. Su producción poética está recogida en El arte de narrar (1977), paradójico título que expresa, quizás, el intento constante de Saer por –según sus propias palabras– "combinar poesía y narración". Ha sido traducido al francés, inglés, alemán, italiano y portugués.

Entre sus obras: 
    
En la zona (1960) 
Responso (1964) 
Palo y hueso (1965) 
La vuelta completa (1966) 
Unidad de lugar (1967) 
Verde y negro 
Cicatrices (1968) 
El limonero real (1974) 
La mayor (1976) 
Al abrigo 
En el extranjero 
Nadie nada nunca (1980) 
Narraciones (1983) 
El entenado (1983) 
Glosa (1986) 
El arte de narrar (1988) 
La ocasión (1988) 
El río sin orillas (1991) 
fragmentos 
Lo imborrable (1993) 
La pesquisa (1994). 
El concepto de ficción (1997) 
El concepto de ficción 
Zama 
Di Benedetto 
crítica en La Nación 
Las nubes (1997) 


    
"Si yo pudiera, escribiría un tratado de filosofía en una lengua popular del Río de la Plata. Eso sí que me gustaría."




 "...decir que Juan José Saer es el mejor escritor argentino actual es una manera de desmerecer su obra. Sería preciso decir, para ser más exactos, que Saer es uno de los mejores escritores actuales en cualquier lengua y que su obra – como la de T. Bernhard o la de Samuel Beckett – está situada del otro lado de las fronteras, en esa tierra de nadie que es el lugar mismo de la literatura..." –Ricardo Piglia

“Não havia problemas porque a simples vista se advertia que de todo modo não haveria solução”.


Um comentário:

  1. Os poemas sobre As Nuvens estão todos muito bons,Sou tão fã das escritoras que fica até suspeito elogiar.
    Agora, espero anssioa pelas críticas ao livro.E eu? Ainda não disse na da por estar coma leitura atrasada, mas desde já , posso dizer que o livro me agrada. O livro possui uma linguagem das boas.Até divertida, crítica, daquelas que joga com nosso raciocínio. Começar já falando do fim é um grande recusrso que deve somente ser usado pelos grandes, daqueles que nos prendem pela palavra.E continuemos com nossa leitura que anda sob as nuvens...e até sobre!rsrs

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