CLIc: uma janela aberta às mentalidades coletivas

A literary think tank

O Clube de leituras não obrigatórias

Fundado em 28 de Setembro de 1998

TEMÁTICO



O QUE VOCÊ ESTÁ LENDO?
















  • 10 livros que marcaram Rita Magnago


  1. Longe é um lugar que não existe – Richard Bach;
  2. O pequeno príncipe – Saint Exupéry;
  3. O tempo é uma ilusão – Chris Griscom;
  4. A máquina de fazer espanhóis – Valter Hugo Mae: debatido no Clube de Leitura Icaraí 7/10/2011 ;
  5. Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra – Mia Couto;
  6. A mulher desiludida – Simone de Beauvoir;
  7. Trem noturno para Lisboa – Pascoal Mercier: debatido no Clube de Leitura Icaraí: 01/10/2010;
  8. As brasas – Sandór Mára: debatido no Clube de Leitura Icaraí 24/08/2002;
  9. O diário de Anne Frank ;
  10. O estrangeiro – Albert Camus


  • 10 livros inesquecíveis segundo o concierge



  1. Nenhuma paixão desperdiçada: George Steiner;
  2. Pomar de Família: Nomi Eve - debatido no Clube de Leitura Icaraí em 25/01/2003;
  3. Os homens do fim do mundo: P. D. James;
  4. A Consciência de Zeno: Italo Svevo - debatido no Clube de Leitura Icaraí em 28/08/2009;
  5. Panorama visto do centro do universo: Joel Primack;
  6. Memórias de Adriano: Marguerite Yourcenar - debatido no Clube de Leitura Icaraí em 11/03/2006;
  7. Os ritmos da alma: Gabrielle Roth;
  8. A Invenção da Solidão: Paul Auster – debatido no Clube de Leitura Icaraí em 10/1999;
  9. A arte de amar: Ovídio;
  10. Walden, ou a vida nos bosques: H. D. Thoreau;

  • 10 livros que marcaram Rose T

  1. O diário de Anne Frank
  2. Eu Cristiane F, drogada e prostituída
  3. A casa dos espíritos - isabel Allende;
  4. A ilha sob o mar - isabel Allende (minha escritora favorita) debatido no Clube de Leitura Icaraí em 05/04/2013;
  5. Uma morte muito suave - Simone de Beauvoir;
  6. A velhice - Simone de Beauvoir;
  7. 100 anos de solidão - garcia marques;
  8. Vermelho Amargo - bartolomeu campos de queirós - debatido no Clube de Leitura Icaraí em 04/01/2013;
  9. Travessia do verso - Rita Magnago;
  10. Conversa no Catedral - Llosa - será debatido no CLIc-Rio em 26/04/2014 no Jardim Botânico / La Bicylette;


  • Livros-filmes de 2014



  1. 'A Menina que Roubava Livros' de Markus Zusak debatido no Clube de Leitura Icaraí em 04/02/2011;
  2. 'Maze Runner - Correr ou Morrer' de James Dashner; 
  3. 'A Viagem de Cem Passos' de Richard C. Morais; 
  4. 'Livre' de Cheryl Strayed; 
  5. 'Academia de Vampiros' de Richelle Mead; 
  6. 'O Doador' de Lois Lowry; 
  7. 'Fim de Verão' de Joyce Maynard; 
  8. 'Sete Dias Sem Fim' de Jonathan Tropper; 
  9. 'Garota Exemplar' de Gillian Flynn; 
  10. 'Uma Longa Queda' de Nick Horby; 
  11. 'Invencível - Uma História Real de Coragem, Sobrevivência e Redenção' de Laura Hillenbrand


  • Relação de livros "beleza pura" segundo os cliceanos (enquete no FB)


  1. No caminho de Swann: Marcel Proust (Rita Magnago) ;
  2. Madame Bovary: Gustave Flaubert (Evandro);
  3. Conversa no Catedral: Mario Vargas Llosa (Rose Timpone) - será debatido no CLIc-Rio em 26/04/2014 no Jardim Botânico / La Bicylette;
  4. 1934: Alberto Moravia (Ceci) - debatido no clube de leitura Icaraí em 04/10/2013;
  5. Passageiro do fim do dia: Rubens Figueiredo (Benites);
  6. A elegância do ouriço: Muriel Barbery (Cintia) - debatido no clube de leitura Icaraí em 27/3/2009;
  7. Borboleta amarela: Rubem Braga (Cris);
  8. Desabrigo: Antônio Fraga (W.B.);
  9. Tempo esse grande escultor: Marguerite Yourcenar (dília);
  10. Trem Noturno Para Lisboa: Pascal Mercier (Elenir) - debatido no clube de leitura Icaraí em 01/10/2010;
  11. Octaedro: Julio Cortázar (Ceci);
  12. Movimento Circulatório: Wanderlino Teixeira Leite Netto (Cris);
  13. As intermitências da morte: José Saramago (Benites);
  14. Memorial do Convento: José Saramago (Benites);
  15. O livro dos lobos: Rubens Figueiredo (Benites).



  • 22 livros que são diamantes para o cérebro

Fonte: Revista Bula

  1. Os Anos de Aprendizado de Wilhelm Meister, de Goethe;
  2. A Consciência de Zeno, de Italo Svevo: debatido no Clube de Leitura Icaraí em 28/08/2009;
  3. Folhas de Relva, de Walt Whitman;
  4. A Montanha Mágica - Thomas Mann: debatido no clube de leitura Icaraí em 23/06/2001;
  5. A Lebre Com Olhos de Âmbar, de Edmund de Waal;
  6. Guerra e Paz, de Liev Tolstói;
  7. Paradiso, de Lezama Lima;
  8. Enquanto Agonizo, de William Faulkner;
  9. Aquela Confusão Louca da Via Merulana, de Carlo Emilio Gadda;
  10. Três Tristes Tigres, de Guillermo Cabrera Infante;
  11. A Branca Voz da Solidão, Emily Dickinson;
  12. Vida Querida, de Alice Munro;
  13. Sagarana, de Guimarães Rosa;
  14. Memorial de Aires, de Machado de Assis;
  15. Reparação, de Ian McEwan: debatido no Clube de Leitura Icaraí em 15/03/2003;
  16. Ulisses - James Joyce: lido em um sub-grupo do clube de leitura Icaraí no período de fevereiro a outubro de 2011;
  17. São Bernardo, de Graciliano Ramos: debatido no Clube de Leitura Icaraí em 29/01/2010;
  18. Retrato de uma Senhora, de Henry James;
  19. Conversa no catedral - Mário Vargas Llosa: será debatido no CLIc-Rio em 26/04/2013;
  20. Poesia 1930-1962, de Carlos Drummond de Andrade;
  21. O Deserto dos Tártaros, de Dino Buzatti;
  22. Em Busca do Tempo Perdido, de Marcel Proust.



  • 10 (ou 11) títulos para que o CLIc volte a ler bons livros e que demonstram que o Benito não é nacionalista ferrenho e nem xenófobo


  1. Memória póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis;
  2. O evangelho segundo Jesus Cristo - Saramago: debatido no Clube de Leitura Icaraí em 6/1/2012;
  3. A marca humana - Philip Roth;
  4. Desonra - Coetzee;
  5. A hora da estrela - Clarice Lispector;
  6. Barco a seco ou Passageiro do fim do dia - ambos de Rubens Figueiredo;
  7. O amanuense Belmiro - Ciro dos Anjos;
  8. Conversa na catedral - Mário Vargas Llosa: será debatido no CLIc-Rio em 26/04/2013;
  9. Triste fim de Policarpo Quaresma - Lima Barreto;
  10. Habitante irreal - Paulo Scott


  • 10 obras indispensáveis que ainda precisam ser lidas no CLIc  segundo Carlos Benites em 2/12/2013


  1. Conversa na catedral - Mário Vargas Llosa: será debatido no CLIc-Rio em 26/04/2013;
  2. MEMORIAL DO CONVENTO - José Saramago
  3. ÓPERA DOS MORTOS - Autran Dourado
  4. MEMÓRIAS PÓSTUMAS DE BRÁS CUBAS - Machado de Assis (embora eu ache difícil que ele não tenha sido lido no Clube, imagino se foi lido mesmo, foi no mínimo há mais de 5 anos)
  5. GABRIELA, CRAVO E CANELA - Jorge Amado
  6. O GRANDE GATSBY - F. Scott Fitzgerald
  7. PASSAGEIRO DO FIM DO DIA - Rubens Figueiredo (não o li, mas gostaria de lê-lo), mas se quiserem livro de contos, tem o livro que citei em relação à personagem feminina, O LIVRO DOS LOBOS.
  8. OS IRMÃOS KARAMÁZOV - Dostoiévski
  9. VIDAS SECAS - Graciliano Ramos
  10. O CÃO E OS CALUANDAS - Pepetela (não há concordância sobre que categoria esse livro se enquadre, mas alguns o consideram como romance. Ele é formado de páginas de diários, atas, parte de peças teatrais, recados, recortes de anúncios de jornais, etc. formando um todo. 


  • Para conhecer o Brasil - Antônio Cândido 


  1. O povo brasileiro (1995), de Darcy Ribeiro: livro trepidante, cheio de ideias originais, que esclarece num estilo movimentado e atraente o objetivo expresso no subtítulo: “A formação e o sentido do Brasil”;
  2. Raízes do Brasil (1936), de Sérgio Buarque de Holanda: análise inspirada e profunda do que se poderia chamar a natureza do brasileiro e da sociedade brasileira a partir da herança portuguesa, indo desde o traçado das cidades e a atitude em face do trabalho até a organização política e o modo de ser. Nele, temos um estudo de transfusão social e cultural, mostrando como o colonizador esteve presente em nosso destino e não esquecendo a transformação que fez do Brasil contemporâneo uma realidade não mais luso-brasileira, mas, como diz ele, “americana”;
  3. História dos índios do Brasil (1992), organizada por Manuela Carneiro da Cunha e redigida por numerosos especialistas, que nos iniciam no passado remoto por meio da arqueologia, discriminam os grupos linguísticos, mostram o índio ao longo da sua história e em nossos dias, resultando uma introdução sólida e abrangente;
  4. Ser escravo no Brasil (1982), Kátia de Queirós Mattoso, publicado originariamente em francês. Feito para público estrangeiro, é uma excelente visão geral desprovida de aparato erudito, que começa pela raiz africana, passa à escravização e ao tráfico para terminar pelas reações do escravo, desde as tentativas de alforria até a fuga e a rebelião;
  5. Casa grande e senzala (1933), de Gilberto Freyre. O tempo passou (quase setenta anos), as críticas se acumularam, as pesquisas se renovaram e este livro continua vivíssimo, com os seus golpes de gênio e a sua escrita admirável – livre, sem vínculos acadêmicos, inspirada como a de um romance de alto voo. Verdadeiro acontecimento na história da cultura brasileira, ele veio revolucionar a visão predominante, completando a noção de raça (que vinha norteando até então os estudos sobre a nossa sociedade) pela de cultura; mostrando o papel do negro no tecido mais íntimo da vida familiar e do caráter do brasileiro; dissecando o relacionamento das três raças e dando ao fato da mestiçagem uma significação inédita. Cheio de pontos de vista originais, sugeriu entre outras coisas que o Brasil é uma espécie de prefiguração do mundo futuro, que será marcado pela fusão inevitável de raças e culturas;
  6. Formação do Brasil contemporâneo, Colônia (1942), de Caio Prado Júnior, que focaliza a realidade de um ângulo mais econômico do que cultural. É admirável o estudo da expansão demográfica que foi configurando o perfil do território – estudo feito com percepção de geógrafo, que serve de base física para a análise das atividades econômicas (regidas pelo fornecimento de gêneros requeridos pela Europa), sobre as quais Caio Prado Júnior engasta a organização política e social, com articulação muito coerente, que privilegia a dimensão material;
  7. A América Latina, Males de origem (1905), de Manuel Bonfim. Nele a independência é de fato o eixo, porque, depois de analisar a brutalidade das classes dominantes, parasitas do trabalho escravo, mostra como elas promoveram a separação política para conservar as coisas como eram e prolongar o seu domínio. Daí (é a maior contribuição do livro) decorre o conservadorismo, marca da política e do pensamento brasileiro, que se multiplica insidiosamente de várias formas e impede a marcha da justiça social. Manuel Bonfim não tinha a envergadura de Oliveira Lima, monarquista e conservador, mas tinha pendores socialistas que lhe permitiram desmascarar o panorama da desigualdade e da opressão no Brasil (e em toda a América Latina);
  8. Do Império à República (1972), de Sérgio Buarque de Holanda, volume que faz parte da História geral da civilização brasileira, dirigida por ele. Abrangendo a fase 1868-1889, expõe o funcionamento da administração e da vida política, com os dilemas do poder e a natureza peculiar do parlamentarismo brasileiro, regido pela figura-chave de Pedro II;
  9. Os sertões (1902), Euclides da Cunha: livro que se impôs desde a publicação e revelou ao homem das cidades um Brasil desconhecido, que Euclides tornou presente à consciência do leitor graças à ênfase do seu estilo e à imaginação ardente com que acentuou os traços da realidade, lendo-a, por assim dizer, na craveira da tragédia. Misturando observação e indignação social, ele deu um exemplo duradouro de estudo que não evita as avaliações morais e abre caminho para as reivindicações políticas - a obra foi debatida no Clube de Leitura Icaraí em 20/09/2009 na Bienal do Livro no Riocentro; 
  10. Coronelismo, enxada e voto (1949), de Vitor Nunes Leal, análise e interpretação muito segura dos mecanismos políticos da chamada República Velha (1889-1930). Da Proclamação da República até 1930 nas zonas adiantadas, e praticamente até hoje em algumas mais distantes, reinou a oligarquia dos proprietários rurais, assentada sobre a manipulação da política municipal de acordo com as diretrizes de um governo feito para atender aos seus interesses. A velha hipertrofia da ordem privada, de origem colonial, pesava sobre a esfera do interesse coletivo, definindo uma sociedade de privilégio e favor que tinha expressão nítida na atuação dos chefes políticos locais, os “coronéis”;
  11. A revolução burguesa no Brasil (1974) de Florestan Fernandes: é uma obra de escrita densa e raciocínio cerrado, construída sobre o cruzamento da dimensão histórica com os tipos sociais, para caracterizar uma nova modalidade de liderança econômica e política. Esse livro fundamental se refere à modernização do Brasil, mediante a transferência de liderança da oligarquia de base rural para a burguesia de base industrial, o que corresponde à industrialização e tem como eixo a Revolução de 1930. A partir desta viu-se o operariado assumir a iniciativa política em ritmo cada vez mais intenso (embora tutelado em grande parte pelo governo) e o empresário vir a primeiro plano, mas de modo especial, porque a sua ação se misturou à mentalidade e às práticas da oligarquia. Engloba o problema do populismo como mecanismo de ajustamento entre arcaísmo e modernidade.
  * Extraído de artigo publicado na edição 41 da revista Teoria e Debate – em 30/09/2000
 


  • 10 livros lidos e admirados por Vera Vilar


  1. Múltipla Escolha - Lya Luft;
  2. Poesia Reunida - Adélia Prado;
  3. Eu Receberia as Piores Mentiras de seus Lindos Lábios - Marçal Aquino;
  4. O Apanhador no campo de Centeio - J. D. Salinger: debatido duas vezes no Clube de Leitura Icaraí, em abril de 2000 e em 6 de agosto de 2010;
  5. Nove Histórias - J. D. Salinger;
  6. Equador - Miguel Souza Tavares: debatido duas vezes no Clube de Leitura Icaraí, em 29 de Outubro de 2005 e em 2 de março de 2012;
  7. O Caderno de Maya - Isabel Allende;
  8. O Clube do Livro do fim da Vida - Will Schwalbe;
  9. O Homem Lento - J. M. Coetzee;
  10. O Legado de Eszter - Sándor Marai

  • 10 Títulos Incríveis de Livros segundo Mike Sullivan

  1. Queda da Própria Altura, de Sérgio Tavares;
  2.  A Passagem Tensa dos Corpos, de Carlos de Brito e Mello;
  3. o filho de mil homens, de Valter Hugo Mãe;
  4. Outras Vidas Que Não a Minha, de Emmanuel Carrère;
  5. Terra de Casas Vazias, de André de Leones;
  6. A Tristeza Extraordinária do Leopardo-Das-Neves, de Joca Reiners Terron;
  7. Morangos Mofados, de Caio Fernando Abreu;
  8. Barba Ensopada de Sangue, de Daniel Galera;
  9. Eu Receberia as Piores Notícias dos Seus Lindos Lábios, de Marçal Aquino;
  10. Me Roubaram Uns Dias Contados, de Rodrigo de Souza Leão.      

  • Prata da casa: livros de autores que frequentam o clube de leitura Icaraí*

  1.  Eu Menina Toda Prosa... e Alguma Poesia: Ilnéa País de Miranda - debatido no clube de leitura em 14/09/2012;
  2. Amor em tempos de solidão: Mike Sullivan;
  3. Malandragem, Revolta e Anarquia de Winter Bastos e Nalini Narayan;
  4. Casos: Luzia Veloso;
  5. Travessia do Verso: Rita Magnago;
  6. letras rebeldes, fluidos insensatos: novaes/ - debatido no clube de leitura em 05/07/2013;
  7. Pequenos Amores: Gracinda Rosa - debatido no clube de leitura em 07/01/2011;
  8. Nas malhas do devaneio: dília Gouveia - será debatido no clube de leitura Icaraí em 05/12/2013;
  9. A Montanha, o Mar, a Cidade: Carlos Rosa Moreira - debatido no clube de leitura em 4/11/2011;
  10. Mosaico vivo: Cristiana Seixas;  

* todos os debates dos livros de autores que frequentam o clube de leitura Icaraí contaram com a presença dos autores.



  •  Escolar: lista de livros obrigatórios no vestibular 2014 da Fuvest e Unicamp (G1)

  1. 'Viagens na minha terra': Almeida Garrett;
  2. 'Til': José de Alencar;
  3. 'Memórias de um sargento de milícias': Manuel Antônio de Almeida;
  4. 'Memórias póstumas de Brás Cubas': Machado de Assis;
  5. 'O cortiço': Aluísio Azevedo;
  6. 'A cidade e as serras': Eça de Queirós;
  7. 'Vidas secas': Graciliano Ramos;
  8. 'Capitães da areia': Jorge Amado;
  9. 'Sentimento do mundo': Carlos Drummond de Andrade.



  • Livro para ser Livre - by Cristiana Seixas

  1. Abrindo Caminho: Ana Maria Machado;
  2. Uma Ideia toda Azul: Marina Colasanti;
  3. O Primeiro Homem: Albert Camus - debatido no clube de leitura em 1/7/2011;
  4. A ciranda das mulheres sábias: Clarissa Pinkola Estés;
  5. A psicanálise do fogo: Gaston Bachelard;
  6. Água Viva: Clarice Lispector;
  7. O mar, a montanha, a cidade: Carlos Moreira Rosa - debatido no clube de leitura em 4/11/2011;
  8. Ler o mundo: Affonso Romano de Sant’Anna;
  9. Pedagogia do oprimido e Pedagogia da autonomia: Paulo Freire;
  10. Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres: Clarice Lispector;


  • Amor e Transgressão (Mário Cláudio)

  1. Lolita: Wladimir Nabokov;
  2. Anna Karenina: Leão Tolstói;
  3. A Mulher de Trinta Anos: Balzac;
  4. Maurice: E. M. Foster;
  5. A Queda de um Anjo: Camilo Castelo Branco;
  6. Primeiro Amor: Ivan Turgueniev;
  7. Boa Noite, Senhor Soares: Mário Cláudio;


  • Os livros mais difíceis de ler até o final, segundo os Italianos

  1. Cem anos de Solidão: Gabriel García Márquez;
  2. Ulisses - James Joyce: lido em um sub-grupo do clube de leitura Icaraí no período de fevereiro a outubro de 2011;
  3. Pé Na Estrada - Jack Kerouc;
  4. O Homem Sem Qualidades - Robert Musil;
  5. A Montanha Mágica - Thomas Mann: debatido no clube de leitura Icaraí em 23/06/2001;
  6. O Som e a Fúria - Willian Faulkner: debatido no clube de leitura Icaraí em 11/09/2004;
  7. Guerra e Paz - Leon Tolstoi;
  8. O Arco iris da gravidade: Thomas Pynchon;
  9. Petróleo - Pier Paolo Pasolini;
  10. O Pêndulo de Foulcaut - Umberto Eco.

  • Clássicos para começar (Ana Maria Machado)

Livros básicos que promovem um pacto imediato e são boa introdução ao mundo da literatura.

  1. Livro das Mil e Uma Noites: um sub-grupo do clube de leitura Icaraí está lendo a tradução feita por Jarouche para a Editora Globo. Participe;
  2. Emma: Jane Austen;
  3. O Conde de Monte Cristo: Alexandre Dumas;
  4. Madame Bovary: Flaubert;
  5. A Família Agulha: Luís Guimarães Jr.;
  6. Contos Fora da Moda: Arthur Azevedo;
  7. O Tempo e o Vento: Érico Veríssimo;
  8. A Revolução dos Bichos: George Orwell;
  9. Lolita: Vladimir Nabokov;
  10. Gabriela, Cravo e Canela: Jorge Amado.

  • Clássicos quero mais (Ana Maria Machado)

Uma vez fisgado e inserido num mundo que vai além dos bons enredos, o leitor encontra nessas obras a continuidade do prazer de ler.

  1. Crime e Castigo: Dostoiévski - debatido no clube de leitura Icaraí em 25/06/2009 com a participação especial do prof. Paulo Bezerra, tradutor da obra diretamente do russo. Em 2013, o livro foi considerado o melhor livro lido no clube de leitura Icaraí desde a sua fundação;
  2. O Retrato de Dorian Gray: Oscar Wilde - debatido no clube de leitura Icaraí em 3/6/2011;
  3. Dom Casmurro: Machado de Assis - debatido no clube de leitura Icaraí em 28/11/2008;
  4. A Metamorfose: Kafka;
  5. Dom Quixote: Miguel de Cervantes;
  6. Admirável Mundo Novo: Aldous Huxley - debatido no clube de leitura Icaraí em 2/9/2011;
  7. O Amante de Lady Chaterley: D. H. Lawrence;
  8. Cem Anos de Solidão: Gabriel Garcia Márquez;
  9. A Cidade e os Cachorros: Mario Vargas Llosa;
  10. O Encontro Marcado: Fernando Sabino.


  • Clássicos desafios (Ana Maria Machado)

Obras que pelo tamanho ou pela complexidade, se tornaram mitos e troféus para quem chega ao final de suas páginas.

  1. Guerra e Paz: Tolstói;
  2. Judas, o obscuro: Thomas Hardy;
  3. Ulisses: James Joyce - lido em um sub-grupo do clube de leitura Icaraí no período de fevereiro a outubro de 2011;
  4. Moby Dick: Herman Melville;
  5. Em Busca do Tempo Perdido: Proust;
  6. A Montanha Mágica: Thomas Mann - debatido no clube de leitura Icaraí em 23/06/2001;
  7. O Som e a Fúria: William Faulkner - debatido no clube de leitura Icaraí em 11/09/2004;
  8. Grande Sertão: Veredas: Guimarães Rosa - debatido no clube de leitura Icaraí em 26/03/2010;
  9. A Paixão segundo GH: Clarice Lispector - debatido no clube de leitura Icaraí em 09/11/2012;
  10. A Lua vem da Ásia: Campos de Carvalho.

  • Referências usadas por William Lial em análises de livros debatidos no CLIc

  1. CALVINO, Italo. Seis propostas para o próximo milênio;
  2. FEHÉR, Ference. O romance está morrendo? Contribuição à teoria do romance;
  3. FORSTER, E. M. Aspectos do romance;
  4. MORIN, Edgar. O homem e a morte;
  5. NIETZSCHE, Friedrich. Além do bem e do mal;
  6. SARTRE, Jean-Paul.  A náusea.

- No Texto "A miséria que alicerça o crime", como contribuição às discussões sobre o livro "Angústia", de Graciliano Ramos:
  1.  KIERKEGAARD, Søren A. Der Begriff Angst, Vorworte. Düsseldorf: Eugen Diederichs Verlag, 1952. [Trad. Iuri Andréas Reblin. In: Revista Eletrônica do Núcleo de Estudos e Pesquisa do Protestantismo (NEPP) da Escola Superior de Teologia Volume 16, mai.-ago. de 2008]
  2. HEIDEGGER, Martin. Ser e Tempo. Trad. Márcia de Sá Cavalcanti Schuback. 4. ed. Petrópolis: Vozes, 2009.
  3. SANTIAGO. Silviano. “Posfácio”. In: RAMOS, Graciliano. Angústia. Rio de Janeiro: Record, 2011. Edição comemorativa.
  4. SARTRE, Jean-Paul. O ser e o nada. Trad. Paulo Perdigão. Petrópolis: Ed. Vozes, 2001.


  • O clube do livro do fim da vida: will schwalbe - Parte I

  1. A elegância do ouriço: Muriel Barbery - debatido no clube de leitura Icaraí em 27/3/2009;
  2. Purgatório: Dante Alighieri;
  3. Os detetives selvagens: Roberto Bolaño;
  4. Alice no País das Maravilhas: Lewis Carroll;
  5. Os pilares da terra: Ken Follett;
  6. Howards End: E. M. Foster;
  7. O tambor: Günter Grass;
  8. O talentoso sr. Ripley: Patricia Highsmith;
  9. O caçador de pipas: Khaled Hosseini - debatido no clube de leitura Icaraí em 11/11/2006;
  10. A montanha mágica: Thomas Mann - debatido no clube de leitura Icaraí em 23/6/2001;

  • Uma viagem pelo inesgotável universo da literatura: dília Gouveia

  1. Édipo Rei: Sófocles;
  2. Rei Lear: Shakespeare;
  3. Os Sofrimentos do jovem Werther: Goethe;
  4. O Jogador: Fiódor Dostoiévsky - debatido no clube de leitura Icaraí em 31/05/2003;
  5. O Retrato de Dorian Gray: Oscar Wilde - debatido no clube de leitura Icaraí em 3/6/2011;
  6. Memórias de Adriano: Marguerite Yourcenar - debatido no clube de leitura Icaraí em 11/03/2006;
  7. A Caverna: Saramago;
  8. O Filho EternoCristovão Tezza - debatido no clube de leitura Icaraí em 30/10/2009;
  9. A Queda: Albert Camus;

  • Clássicos Eróticos Por Paulo Nogueira | Playboy (enquete no FB)


A seguir uma lista dos dez livros que são leitura obrigatória para quem quer excitar a imaginação:

  1.  A HISTÓRIA DE O, de Pauline Reage;
  2. ENGRAÇADINHA, de Nelson Rodrigues; 
  3. O CRIME DO PADRE AMARO, de Eça de Queiroz; 
  4. DECAMERON, de Boccaccio; 
  5. DESIDÉRIA, de Alberto Moravia;
  6. ELOGIO DA MADRASTA, de Mario Vargas Llosa - debatido no clube de leitura Icaraí em 31/07/2009;
  7. ANTI-JUSTINE, de Restif de la Bretonne; 
  8. JOIAS INDISCRETAS, de Denis Diderot; 
  9. O SOFÁ, de Crébillon Fils;
  10. RELAÇÕES PERIGOSAS, de Chordelos de Laclos;


2 comentários:

  1. Pesquisando oblog,deparei-me com essas listagens de indicaçoes de varios livros ,compartilhamentos de livros ,preferencias,indicaçoes...Fabuloso!
    Vou citar 5 livros que fizeram minha cabeça na juventude:
    -O Homem..Aluisio de Azevedo
    -O primo basilio(e outros) ..Eça de Queiros
    -Os caminhos da Liberdade(A Idade da Razao..Sursis ..Com a morte na alma
    -O Mito de Sísifo..A. Camus
    -Cem anos de Solidão..Garcia marques
    Espero ter colaborado,,,ceci

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  2. Já é tema do CLIc no blog os 7 livros que fizeram a cabeça da Ceci na juventude. Confira e conheça um pouco da trajetória dessa entusiasmada Cliceana.

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