CLIc: uma janela aberta às mentalidades coletivas

A literary think tank

O Clube de leituras não obrigatórias

Fundado em 28 de Setembro de 1998

22 de março de 2014

Da série temática Sonhos que não sonhamos (9)

A propósito da coluna do Arnaldo Bloch, publicada no jornal O Globo de hoje, 22/03/2014, retorno com este tema que acho encantador, e que já rendeu ótimas produções de cliceanos (para quem quiser rever, seguem os links no final deste post).



Bloch questiona o sonho físico, se é que se pode falar assim, ou seja, aquele que sonhamos quando dormimos. Será que o homem ainda teria a capacidade de sonhar se só consumisse alimentos estéreis e neutros e banisse o álcool? E, caso tivesse, que sonhos seriam esses? Diz ele:

"O sonho não é apenas um checklist de medos e desejos. Não é só um bando de eletricidade estática provocada pelos excessos da atividade mental. Não é só uma faxina. Não é só um almanaque sobre o que é sonhar com água ou o que é sonhar com cálices. Não é só um teatro de símbolos que o inconsciente encena para dar pistas dos entraves existenciais."

Então, qual a sua opinião? Você tem algum sonho recorrente? Gostaria de poder escolher o que sonhar? Com que frequência você se lembra dos seus sonhos? Você prefere sonhar acordado ou dormindo? Use o campo comentários para partilhar suas experiências oníricas.


Clique aqui para ler a crônica de Bloch


Clique aqui para ler Rosemary Timpone









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