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2 de março de 2013

Sobre "Os Extremos do Arco-íris"


(por: W.B.)


O romance "Os Extremos do Arco-íris" (Edições Bagaço, 2004, 96 p.), do escritor pernambucano Raimundo Carrero, é narrado em 1ª pessoa e conta a história de um desempregado que, ao se tornar detetive, fica encarregado de proceder uma investigação sobre um homem encontrado morto no telhado dum hospício.

Poetas, romancistas, artistas em geral, até o cantor heavy Ozzy Osbourne são citados ao longo do livro. Isso poderia resultar em uma bobagem tentando se escorar em textos de autores consagrados; aliás é o que geralmente ocorre com quem se utiliza de citações aos montes. Mas não é o caso aqui.

Os trechos de outros ficcionistas, transplantados para a narrativa de Carrero, tornam-se quase irreconhecíveis e compõe uma obra distinta e válida. Um bom livro, que, porém, está longe de ser o melhor do autor.

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