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A literary think tank

O Clube de leituras não obrigatórias

Fundado em 28 de Setembro de 1998

27 de março de 2013

Indicação - Zorba, o grego: Nikos Kazantzakis


Já nos irritamos com Zeno, já nos culpamos com Raskólnikov,  já nos prostramos num quarto com uma barata,  já nos indignamos de infâmia, nos desbordamos em África, nos amargamos, desassossegamos e nos castigamos tantas vezes nos últimos meses. Não seria hora de experimentarmos a vida com Zorba, o grego, de Nikos Kazantzakis?




Zorba é um cântico à liberdade do ser humano! Chega de paixões solitárias, de vidas e mortes, de recordações e confissões, de caixas pretas e costuras, de estranhezas kafkianas. Voltemos à simplicidade existencialista. 

Glorifiquemos os sentidos, olhos, nariz, boca e ouvidos, a pele ao sol. Viva o passar do tempo, a vida que saboreia cada minuto desse erro humano que somos! Viva o pecado! Viva as manhãs do mundo, as tardes e as noites! As madrugadas! Viva o romance!

Viva Zorba!


6 comentários:

  1. Ah... eu gostaria muito dessa leitura no grupo! Idéias mil passaram-me pela cabeça. Quem sabe Norma nos ensinaria a dançar o Sirtaki como os gregos? Poderíamos fechar a reunião... dançando*!!! E cada um de nós levaria seu próprio "bastão da fala" (gregos quando se reúnem é sempre uma festa!) discutiríamos, debateríamos, e talvez chegássemos... a coisa nenhuma que tentasse agradar a todos... afinal cada um de nós, bem lá no fundo, é um "tantinho grego".

    Ah! Quase esqueci: o "BASTÃO DA FALA" será, em nome de Zorba e de Anthony Quinn, um pequeno prato de porcelana, ou louça, como cada um assim desejar, para ser quebrado em nossa festa enquanto dançamos.
    "Zorba é um cântico à liberdade do ser humano!"
    Abraço grande, de todos e para todos, como aquele enquanto dançarmos o Sirtaki!
    Ilnéa, ou Anônima, só por enquanto...

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  2. Ah... eu gostaria muito dessa leitura no grupo! Idéias mil passaram-me pela cabeça. Quem sabe Norma nos ensinaria a dançar o Sirtaki como os gregos? Poderíamos fechar a reunião... dançando*!!! E cada um de nós levaria seu próprio "bastão da fala" (gregos quando se reúnem é sempre uma festa!) discutiríamos, debateríamos, e talvez chegássemos... a coisa nenhuma que tentasse agradar a todos... afinal cada um de nós, bem lá no fundo, é um "tantinho grego".

    Ah! Quase esqueci: o "BASTÃO DA FALA" será, em nome de Zorba e de Anthony Quinn, um pequeno prato de porcelana, ou louça, como cada um assim desejar, para ser quebrado em nossa festa enquanto dançamos.
    "Zorba é um cântico à liberdade do ser humano!"
    Abraço grande, de todos e para todos, como aquele enquanto dançarmos o Sirtaki!
    Ilnéa, ou Anônima, só por enquanto...

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  3. Adorei a ideia, amo Zorba, também quero dançar!

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  4. E todos levarão seus pratos, bastões da fala, e falarão todos ao mesmo tempo. Também quero dançar.

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  5. E todos levarão seus pratos, bastões da fala, e falarão todos ao mesmo tempo. Também quero dançar.

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  6. Um livro que nos mostra que o grande significado da vida, o verdadeiro sentido da existência, não é acumular a maior quantidade possível de conhecimentos nem tão pouco sacrificar a si mesmo em nome de uma bem-estar social, mas sim se divertir e sentir prazer compartilhando de sua felicidade com o próximo. Livro recomendadíssimo!

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